eXTReMe Tracker
Ma-Schamba: Está aí alguém?

« A questão | Entrada | Longe do Niassa »

junho 06, 2005

Está aí alguém?

my03^001.jpg

Publicado por jpt às junho 6, 2005 11:54 PM

Comentários

Sim, diz.

Publicado por: Santa Cita às maio 31, 2005 11:38 PM

Encontrou o caminho e vai bater de frente contra um chaparro,xiça! ;))

Publicado por: re21 às maio 31, 2005 11:47 PM

Eu estou aqui a ver uma árvore. (mas devia estar a jantar)

Publicado por: catarina às maio 31, 2005 11:54 PM

(isso é o quê? saber quem cá vem? problemas de ego? carências bloguísticas? também deixaste de fumar?)

Publicado por: catarina às maio 31, 2005 11:55 PM

para além do que está pendurado na árvore...também por aqui ando

Publicado por: Luna às junho 1, 2005 01:23 AM

Conforme posso, conforme posso!

Publicado por: carlos a.a. às junho 1, 2005 01:25 AM

Todos à sua espera! Já ouvi um lamento no Chuinga, por causa desta ausência!

Publicado por: madalena às junho 1, 2005 01:36 AM

concerteza que sim!

Publicado por: Patrick Blese às junho 1, 2005 01:50 AM

Estão por todo o lado, Zé... Até vejo Mouzinho de Albuquerque a cavalo...
Um abraço.

Publicado por: LE. às junho 1, 2005 01:55 AM

Isto não é uma àrvore, é um hibondeiro (não sei se é assim que se escreve mas sei que há uma diferença enorme). E apraz-me saber que conseguiste por um pinguinho de solda ali na roda dentada que estava a atrapalhar.

Publicado por: Eufigénio às junho 1, 2005 03:05 AM

LE, saúdo o regresso. Embondeiro / baobá (o cujo é uma árvore, mas não mera). Um apontamento metafísico.

Publicado por: jpt às junho 1, 2005 08:58 AM

Eu vejo o Universo.
E estará lá alguém?

Publicado por: MB às junho 1, 2005 11:48 AM

Noutra prespectiva, vejo imensas crianças a brincar.
Dois beijos à Carolina.

Publicado por: MB às junho 1, 2005 11:51 AM

Presente! Sempre!

Publicado por: Pitucha às junho 1, 2005 11:52 AM

Estão milhões de alguéns.
Numa perspectiva mais "racional" estão seres vivos.
JPT... qual o objectivo?

Publicado por: Canguru às junho 1, 2005 12:32 PM

And Now For Something Completely Different: the larch!

Publicado por: bill às junho 1, 2005 12:32 PM

Qual é a tua definição?

Publicado por: Miguel S. às junho 1, 2005 12:51 PM

varia MS. nesta usei "talvez"

Publicado por: jpt às junho 1, 2005 01:50 PM

JPT,
Quando deixas de escrever, nunca sei se vieste à Pátria, se estás no Krugger, ou se fechaste o blog...

Publicado por: Marco Oliveira às junho 1, 2005 02:10 PM

defeito do clic rápido marco. os textos mais importantes deixo-os em cima, muito mais do que cabeçalho. o (ainda) mais tralha vou colocando abaixo. basta ir ver se há coisas dessas. vs o stress

Publicado por: jpt às junho 1, 2005 02:53 PM

Xiu pá, ando tão bem lá por baixo a ler aquilo tudo longe da multidão

Publicado por: Eufigénio às junho 1, 2005 03:47 PM

Aquilo lá em baixo, é bom de ler... bem sentado, apreciando aos golinhos (intervalados com uma BOA FUMAÇA de uma BELA CIGARRILHA) uma magnífica aguardente de 40 anos do IVV.

Publicado por: bill às junho 1, 2005 05:47 PM

comentários políticos em post de inquietação existencial?
Sim, isso cheira-me a questiúncula à (vossa) actual questão: os fumadores que paguem a crise.

Publicado por: jpt às junho 1, 2005 06:03 PM

A mim cheira-me a cigarrilhas!

Publicado por: bill às junho 1, 2005 06:13 PM

Estamos muitos, como vês, e é bom tu estares também!, IO.

Publicado por: IO às junho 1, 2005 06:23 PM

Ninguém. Só o vento quente e o som das folhas.

Publicado por: sara monteiro às junho 1, 2005 07:17 PM

O vento quente, o calor matou tudo. Os pássaros despacharam-se para sítios mais frescos. As folhas não tardam a cair. Já estão a preto e branco, o verde foi-se. Pensando melhor, não sei como ainda há folhas, é um mistério de sobrevivênvia. Não há ninguém. Um embondeiro não é uma árvore? Que é, então?

Publicado por: sara monteiro às junho 1, 2005 08:01 PM

não é mera árvore. é isso, apenas isso, tudo isso que aqui intentei

Publicado por: jpt às junho 1, 2005 08:10 PM

será que percebi?

Publicado por: sara monteiro às junho 1, 2005 08:29 PM

Será que este também sonha pássaros, como o do Mia Couto?
Abraço.

Publicado por: HMémnon às junho 1, 2005 09:09 PM

Um embondeiro, para mim, é um elefante. Está para as árvores como um elefante está para os restantes animais. Esta associação, que vem da infância, deve vir da leitura e das ilustrações do principezinho. Não eram 4 embondeiros gigantes que atravancavam o seu pequeno planeta? E a jibóia não comia um elefante umas páginas antes?
A própria palavra embondeiro é bonita e pesada. Embondeiro, elefante.

Publicado por: sara monteiro às junho 1, 2005 10:02 PM

Está aqui alguém.

Publicado por: Angela às junho 2, 2005 12:21 AM

vamos fazer uma rodinha a volta do embondeiro?

Publicado por: cândida às junho 2, 2005 12:30 AM

O embondeiro não é àrvore ( a saborear estes breves momentos em que sintonizamos Zé). É talvez pedra orgânica. Ou o estar onde tudo o resto já foi. Ou como as palavras, antes de serem palavras, desde antes de serem escritas até depois de serem esquecidas. O embondeiro não é uma àrvore, é um pedaço enorme de tempo. Não é JPT?

Publicado por: Eufigénio às junho 2, 2005 01:34 AM

Muito agradeço os comentários, que muito me são caros. E não estou a encerrar a questão ou conversa. Mas a minha pergunta "está aí alguém?" é para o embondeiro e em seu torno. Dele ainda não ouvi nada, nele ainda não ouvi nada. Mas gosto de saber que há alguém alhures, alguéns até. Uma roda à volta? porque não? não andamos nós à volta de coisas tão bem menos, não nos sentamos nós à volta de coisas imensamente menos. Não fazemos ídolos tão ridículos?
às vezes boné, vens. deve ser dos cigarros

Publicado por: jpt às junho 2, 2005 02:16 AM

Caro jpt, sabe que não o compreendo? Não o compreendo de todo.

Publicado por: sara monteiro às junho 2, 2005 02:44 AM

Volto atrás e acrescento ainda, para que não haja mal entendidos nenhuns: gosto do seu blogue, aprecio o espírito e o feitio que lhe vem associado (o tal que Deus lhe deu), mas tenho dificuldade em compreendê-lo. Não quer contar uma história à volta do embondeiro?

Publicado por: sara monteiro às junho 2, 2005 02:54 AM

algo em que não está solitária, o que em nada me engrandece, diga-se. mas também algo que não é verdadeiramente importante, muito mais aprazível e interessante é poder incompreendermo-nos. Aliás, acho que nos incompreendemos constante e irremediavelmente. Para evitar esse falso abismo chamamos interpretação à incompreensão. Olhe, eu acampei

Publicado por: jpt às junho 2, 2005 02:56 AM

uma história à volta do embondeiro? acima de tudo gostaria de me sentar. só isso

Publicado por: jpt às junho 2, 2005 02:58 AM

[SS]

Publicado por: sara monteiro às junho 2, 2005 03:00 AM

Sara,
Sente-se e escute. É preciso algum tribalismo nisso. Até há quem lhe chame, (os menos pedantes certamente), esoterismo.


Os cigarros (a falta deles) estão a levar-me para longe. Estou a ficar como o embondeiro, mas apenas a parte má, a parte pedra. Daqui já não sai nada. Por aqui vou ficar. Este embondeiro vem mesmo a calhar para mim. Abraços

Publicado por: Eufigénio às junho 2, 2005 03:02 AM

Tribalismo? Os menos pedantes?! Eu moro em Lisboa!
Sentar calada à volta de um embondeiro a preto e branco na internet!? Ao menos uma história!

Publicado por: sara monteiro às junho 2, 2005 03:07 AM

Eu!

Publicado por: Jaime Luis Gabão às junho 2, 2005 06:34 AM

O embondeiro vê o chão que pisa, os macacos não.

Publicado por: bill às junho 2, 2005 12:55 PM

Essa árvore não deveria ter uns 'ratinhos' pendurados pela cauda? O jpt percebe o que eu estou a perguntar, é o embondeiro, não é?
Tribalismo? Meninos à volta da fogueira? Acampamento no Bosque? Só vos faltam os pezinhos de faunos...(tá bonito isto, tá).

Publicado por: catarina às junho 2, 2005 06:59 PM

Se virem melhor a fotografia, veem alguém no embondeiro da frente.
E a quantidade de pequenos animais que circulam de árvore para árvore. São de um dinamismo estonteante.
É a loucura!

Publicado por: MB às junho 2, 2005 07:14 PM

Já lá dizia o Roger Waters

Publicado por: Mário às junho 2, 2005 07:54 PM

Os embondeiros ficam (apesar de mal fotografafos) e as pessoas passam.

Publicado por: Mário às junho 2, 2005 08:00 PM

considerar este embondeiro mal fotografado é uma crueldade, Mario. Catarina, essa dos faunos tem vários sentidos, não? Vindo daí até imagino alusões aos primos sátiros...
Entretanto, confesso que ao visitar estes dois posts sucessivos começo a compreender o murcon e o seu "maralhal". Vou começar a colocar fotos em vez de botar faladuras, ainda que acredite que uma palavra vale por mil imagens

Publicado por: jpt às junho 2, 2005 08:44 PM

Olha, se calhar era mesmo sátiros...oops. My mistake.
Acho que isso de pendurar um embodeiro logo no cimo do blog ou um sinal proibido ou qualquer coisa é mesmo uma boa ideia. Fica assim uma salinha de entrada, a malta amontoada na conversa...

Publicado por: catarina às junho 2, 2005 10:24 PM

A Catarina tem razão: é mesmo um fenómeno - agradável, apesar da insistente, mas compreensível incompreensão.

Publicado por: Lutz às junho 2, 2005 11:26 PM

a habituação, a rotina tem coisas destas. com o passar dos tempos, poucos dias (mas o blogotempo é ainda mais voraz) aqueles que foram os posts mais inquietos deste blog transformaram-se num hall de entrada ou mera sala de visitas, lareira até. mas porque não, a inquietação é só, a companhia esconde-a

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 01:16 AM

Chat'hall

(gosto do nome em inglês para embondeiro)

Publicado por: Eufigénio às junho 3, 2005 01:23 AM

ok, estiveste muito bem. muito bem mesmo. a agradecer ter sido aqui na horta

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 01:32 AM

Lareira, lareira. Pegar fogo ao embondeiro? Heresia? Estou só perguntando.

Publicado por: sara monteiro às junho 3, 2005 01:34 AM

Mr. Embondeiro. Paquiderme com raízes.

Publicado por: sara monteiro às junho 3, 2005 02:19 AM

Ainda não desisti de encontrar figuras no meio daquelas sombras.
Mas o embondeiro tem uma copa assim tão frondosa?
Quanto a mim, essa árvore é cá do norte e debaixo dela conversa-se muito bem, ou maningue bem, como quiserem.

Publicado por: L. às junho 3, 2005 03:42 AM

Ás vezes sou cruel, mas digo sempre o que penso.

E discordo dessa da palavra, depende sempre de que palavras estamos a falar, ou de que imagens.

Publicado por: Mário às junho 3, 2005 11:44 AM

"maralhal" soa-me sempre a depreciativo.

Publicado por: Mário às junho 3, 2005 11:46 AM

And Now For Something Completely Different: The Baobab!

Publicado por: bill às junho 3, 2005 12:18 PM

Mario, óbvio que brincava com a crueldade "fotográfica". E glosava com a imagem/palavra. Também concordo há muitas palavras que não são imagens e vice-versa. Quanto ao maralhal talvez não tenha lido "há atrasado", é esse termo (e seu blog) o meu singelo "ódio de estimação" no bloguismo - não poderia concordar mais.
Caro "Átila", que as palavras não cresçam no chão onde pisa o seu cavalo, perdão, blog (desejo um pouco totalitário, que seja apenas sorriso)

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 01:32 PM

Bill, the Mr. Baobab, please.
É verdade, comprei há meses um dvd com o guia galáctico do pendura, conheces?

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 01:34 PM

A floresta faz-me lembrar a feira do livro.
Tem muitos espaços com sombra e vida.
E está lá sempre alguém.

Publicado por: MB às junho 3, 2005 02:00 PM

Venho agora fazer ciúmes ao embondeiro:
no jardim atrás da minha casa há uma Ginkgo LINDA!!!

Publicado por: sara monteiro às junho 3, 2005 03:47 PM

Ex.mo Grande Vegetal Embondeiro

"é verdade mãe aquela árvore é capaz de grandes tristezas. Os mais velhos dizem que o embondeiro, em desespero, se suicida por via das chamas. Sem ninguém pôr fogo."

Mia Couto


(O dvd não! Nem sabia que existia! Mas não passa de hoje... vou sair daqui e não volto a casa de mãos a abanar.)

Publicado por: bill às junho 3, 2005 05:23 PM

agora fiquei sem jeito porque se calhar dei a ideia de que tinha ficado amofinado, coisas de quem exerce melhor na imagem que na palavra :)

Publicado por: Mário às junho 3, 2005 06:32 PM

Bill, mouche. Até vou mais longe, quem diria...

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 07:30 PM

m. por quem sois...

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 07:30 PM

Nesta altura, vantagem para o embondeiro. A questão a ficar para trás...

Publicado por: sara monteiro às junho 3, 2005 07:44 PM

sara, tudo, como o ténis, é volúvel. mas mais, tudo é volátil

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 08:03 PM

E eu não sei? Riso franco (LOL)

Publicado por: sara monteiro às junho 3, 2005 08:09 PM

sm, como viu segui sua provocação

Publicado por: jpt às junho 3, 2005 11:12 PM

Então não vi? [OS]

Publicado por: sara monteiro às junho 4, 2005 03:02 AM

Depois de um comentário deixado no Lutz do C.Índico, fiquei a saber que os moçambicanos chamam ao embondeiro o elefantes das árvores, coisa que desconhecia. Só conheço os embondeiros através do principezinho. Fui então olhar para o livro e descobri que há uma ilustração com 3 ( e não 4)embondeiros gigantes no planeta, e outra mais pequena com elefantes sobrespostos também a encherem o planeta. Diz também que nem uma manada de elefantes seria capaz de acabar com os embondeiros, e falam bastante de embondeiros e elefantes. Deve ser daí a associação e não do desenho da jibóia a comer o elefante como eu pensava. Portanto, a associação elefante /embondeiro é do Exupéry e não minha. A memória é uma coia curiosa. E enganadora.

Publicado por: sara monteiro às junho 5, 2005 12:44 PM

erros a corrigir: sobrepostos/coisa

Publicado por: sara monteiro às junho 5, 2005 12:46 PM

Regresso persistentemente. Depois do comentário do C. Índico no Quase em Português, fui à procura de embondeiros. Li algures que o diâmetro do tronco do embondeiro pode atingir 9 metros. Não consigo imaginar. Começo a compreender quando dizem que um embondeiro é mais do que uma árvore. Peço humilmemente desculpas ao espírito dos embondeiros pelos disparates aqui deixados por mim.

Publicado por: sara monteiro às junho 5, 2005 09:54 PM

SM, permita-me, a associação embondeiro/elefante foi do exupery e agora é sua. Neste caso, como sempre, a memória é curiosa, e por vezes enganadora. aqui apareceu refrescante, não acha. E não vi disparates.
A mim honestamente, e contrariamente ao lutz, que nele vê horrores, o embondeiro cheira-me a liberdade. e é belo. e a paz.
e já agora, caso algum bloguista especial aqui venha, lembra-me uma nada pacata floresta de embondeiros junto à praia.

Publicado por: jpt às junho 6, 2005 12:12 AM

Não compreendo esta imagem, já o disse. Talvez por isso ela me fascina e me faz voltar aqui vezes sem conta. Nem sequer sabia que se tratava de um embondeiro, foi preciso que outros o tivessem escrito. Alguém disse para eu me sentar e escutar, e eu reagi: à volta de uma imagem?
Enquanto decorre o embondeiro estou a ler um livro e não resisto a transcrever uma passagem:
"Porque é que toda a focalização é posta, colocada na realidade do real? É evidente que "uma imagem de uma cadeira não é uma cadeira"; no entanto não haverá positividade alguma na imagem da cadeira? Não podemos relacionar-nos com essa imagem sem arrumá-la ao lado do negativo, sem colocá-la naquilo que é um negativo do real? Não podemos pensar o imaginário sem o entender enquanto negativo daquilo que é real, isto é, daquilo que é, ou julgamos que seja, não-imaginário? O discurso filosófico racionalista agarra-se ao real, ao ser, e, desse modo, faz surgir aquilo que não é real, que não é ser, enquanto negativo. E a positividade daquilo que não é ser, daquilo que não é real? E a positividade do devir do ser, das infinitas possibilidades do devir do ser? O real é aquilo que se impõe na sua verdade, na sua certeza. Brincar. O circo. A magia."

do livro Pôr o Corpo a Pensar, de Maria João Ceitil

Publicado por: sara monteiro às junho 6, 2005 11:05 AM

O embondeiro que não aceitava dinheiro.


Já agora caro JPT se quiser passar pela minha morada, vou colocar 3 fotografias (a primeira já lá está) com um titulo não evidente, não quererá passar por lá e aventar um titulo alternativo ?

Publicado por: Mário às junho 6, 2005 12:09 PM

meu caro se é o navio está muito bem. SM esse seu interessante texto já leva o caminho do simbolico.

Publicado por: jpt às junho 6, 2005 12:44 PM

Claro que sim!

Escuta bem!

Abraço,

Bin

Publicado por: bin da fauna às junho 6, 2005 05:37 PM

Hermann Hesse disse algures que todo o humorismo sublime começa com a renúncia de se levar a sério a própria pessoa......Estou para ver qual vai ser o primeiro destes cómicos a deitar mão a essa renúncia !!!!!!

Publicado por: atuareg às junho 6, 2005 11:37 PM

Ora, ora, ora, atuareg, só pode estar a brincar!

Publicado por: sara monteiro às junho 6, 2005 11:44 PM

Aqui, só você se leva a sério.

Publicado por: sara monteiro às junho 6, 2005 11:55 PM

Até que enfim, tanta botadura e ninguém protesta duro é até triste. Obrigado. Mas, e caso volte umas palavras, permita-me que isto das alusões / citações são sempre incompletas. Hesse, do que me lembro lá dos tempos em que li, não foi muito do meu agrado, o que não lhe retirará nenhum brilho. Mas isso do "humorismo" ser de quem não se leva a sério é mais do que redutor. Bem cá no fundo destes cómicos (tuareg dixit) acho mesmo que os cómicos se levam muito a sério - e poupar-me-á à exemplificação. Como ter a coragem do grande riso se não se levassem a sério? não falo do alarve, mas também não foi a isso que aludiu, estou certo.
Quanto à auto-consideração cada um por si, eu confesso que há dias em que não me levo nada a sério, outros há (talvez menos auto-conscientes?) que me levo muito a sério. Mas confesso que na maioria deles nem penso nisso, vou indo. Sim, talvez alvar.

Publicado por: jpt às junho 7, 2005 12:16 AM

Sentido de humor,meus senhores !!!! Ponham sentido de humor na vossa vida e verão como se torna muito mais suportável tolerar esta selva que nos coube em sorte capinar !!
Ou será também redutor?

Publicado por: atuareg às junho 7, 2005 11:40 AM

OBrigado pelo conselho. Vou tentar seguir. Depois darei novas sobre resultados.

Publicado por: jpt às junho 8, 2005 01:04 AM

já comecei a comunicá-los, não sei se reparou

Publicado por: jpt às junho 8, 2005 03:03 AM