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Ma-Schamba: O jornal Público pasquinou

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fevereiro 10, 2005

O jornal Público pasquinou

Ao inventar o apoio de Cavaco Silva ao Partido Socialista o jornal "Público" não errou. O jornal "Público" pasquinou.

Pessoas honradas não escrevem num pasquim. Sobre nenhum assunto.

Será interessante ver quantos colaboradores ou jornalistas se retirarão do pasquim. Até então não têm credibilidade na indignação. Porque colaboracionistas.

Publicado por jpt às fevereiro 10, 2005 04:41 PM

Comentários

Errar é humano, persistir é que é burrice.
&
Errar é humano, perdoar é divino...

Publicado por: .... às fevereiro 10, 2005 04:47 PM

não, caras reticências, aldrabar é que é humano.

Publicado por: jpt às fevereiro 10, 2005 04:52 PM

Caro JPT: os erros vinham assinados, por isso não devem pagar os santos pelos pecadores, não acha?

Publicado por: . às fevereiro 10, 2005 05:18 PM

Não são erros, e isso é óbvio. Dizê-lo isso é mero "coitadismo". O jornal assumiu uma desonesta abordagem, o resto é mero escudo.

Publicado por: jpt às fevereiro 10, 2005 05:23 PM

"Desonesta"? Não li isso no "mea-culpa". Se pensa que era desonesta, em nome de quê é que foi a desonestidade?

Publicado por: . às fevereiro 10, 2005 05:27 PM

corrigidas que estão as gralhas no penúltimo texto o blog fechou. ficará pois com a sua ideia. já agora, permita-me que lhe diga o desagradável que é conversar com um mero ponto.

Publicado por: jpt às fevereiro 10, 2005 05:31 PM

Bem escrita, esta entrada, melhor respondido, Zé.
Gostei...
Um abraço.

Publicado por: LE. às fevereiro 10, 2005 09:45 PM

como sempre bem respondido...espero q não seja por estes pontos e reticências que fechas a tua casa a quem gosta de te ler e repeita as tuas opiniões, mesmo discordando por vezes!!!!!beijo

Publicado por: Luna às fevereiro 11, 2005 02:09 PM

Ei, companheiro, que é isso...?! Agora que te descobri é que te vais embora...?! Como é bom recordar África, Moçambique em especial, nos teus textos e imagens.
Pois é..., que país o nosso... não, não admira que eles não recordem os mortos (nem os respeitem), quando já de nós, os vivos, andam esquecidos.
Um abraço e um rápido regresso.

Publicado por: Molungo às fevereiro 11, 2005 05:05 PM